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No passado dia 13 de junho de 2019, foi inaugurada, na Reitoria da Universidade do Porto, a exposição “Os escritos de José Régio em processo: do borrão do autor às mãos do leitor”, cuja apresentação esteve a cargo da Professora Doutora Isabel Ponce de Leão.

No ano em que se assinalam os 50 anos da morte do escritor vila-condense José Régio, a Reitoria da Universidade do Porto acolhe, em parceria com o Centro de Estudos Regianos, esta exposição, que integra uma programação de cariz nacional e local – composta por ciclos de cinema, espetáculos, outras exposições, conferências e reedições.

A exposição estará patente ao público até 31 de agosto e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00, no edifício histórico da U.Porto, junto à Praça dos Leões. A entrada é livre.

O Centro de Estudo Regianos (CER) estará presente no Centro Cultural Português (Instituto Camões) em Vigo no próximo dia 30 de maio de 2019, para a inauguração da Exposição “José Régio e os mundos em que viveu” e palestra da Doutora Isabel Cadete Novais, presidente da direção do CER.

O Centro de Estudo Regianos (CER) apresentou no passado dia 21 de março, em sessão pública, a Antologia Poética de José Régio “Palavras a Cores”, na presença da Presidente da Câmara Municipal, Dr.ª Elisa Ferraz, da Presidente do Centro de Estudos Regianos, Doutora Isabel Cadete Novais, e de vários familiares de José Régio. De salientar que as ilustrações da obra foram produzidas por utentes do MADI – Movimento de Apoio ao Diminuído Intelectual, que trouxeram uma beleza diferenciadora à antologia, sendo essa a razão do seu título “Palavras a Cores”, numa iniciativa em que o Centro de Estudos Regianos teve como objetivo divulgar e tornar acessível a obra de José Régio à comunidade vila-condense.
Tratou-se de um trabalho conjunto, a várias mãos, de que resultaram leituras diversas, e estamos certos de que Régio ficaria feliz com este projeto desenvolvido com tal entusiasmo. Utilizando as palavras do Poeta:

E como não ser Artista,
Como não ser Pai de Poetas,
Quem, só por prender a vista,
Fez tais desenhos, tais cores,
Nas asas das borboletas,
Nas urnazinhas das flores…?

“Sextilhas fáceis em louvor da Poesia”